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11 de agosto de 2017

A produção comercial do “besouro” de maior sucesso

Não tenho certeza, mas acredito que o fusca foi e continua sendo um dos carros mais popular do Brasil, o primeiro fusca foi fabricado há mais de 70 anos. E a maioria das pessoas nascidas nas décadas de 60/70, já possuiu um desses, em minhas mãos tive dois. Em 1951 o modelo chegou ao Brasil. O modelo começou a ser construído aqui em janeiro de 1959.

A produção da Volkswagen começou em 1945, no fim da Segunda Guerra Mundial, um dos modelos mais icônicos e carismáticos da história da indústria automobilística: o Volkswagen Fusca e atingiu 21 milhões de unidades.

Mas, isto é história. O fusca é tão popular que mesmo quando você acha que não tem mais nenhuma validade aí está: serve como uma bela floreira.

10 de julho de 2017

Ruínas de um passado


Fazenda Jambeiro, em Campinas, foi criada a partir da divisão de terras da "Sesmaria Sete Quedas" de José Rodriguez Ferraz do Amaral, que tinha vindo de Itu-SP, para trabalhar como coletor de impostos em Campinas, e após sua chegada comprou de um fidalgo português a concessão destas terras.

Criada por Thereza Miquelina Pompeu do Amaral (filha mais velha de José Rodrigues), após o falecimento desta em 1881, foi herdado por Antonio Pompeu de Camargo, que veio a falecer 3 anos mais tarde em 1884.

Posteriormente a fazenda foi adquirida por Herculano Pompeu de Camargo (filho mais novo de Antonio Pompeu de Camargo) que comprou a parte dos herdeiros em 1885, atingindo 90 mil pés de café.

Herculano dispensou seus escravos bem antes mesmo da libertação oficial dos mesmos e passou a utilizar mão de obra de colonos europeus que havia chegado ao Brasil.

Esse proprietário construiu a requintada casa-sede no ano de 1897, com um projeto de inspiração francesa feita pelo arquiteto campineiro Francisco de Paula Ramos de Azevedo que possuía requintes como iluminação de gás acetileno em seus cômodos, água corrente e rede de esgotos, linha telefônica, pintura em tromp l'oeil nos salões internos, revestimentos em azulejos franceses, pisos hidráulicos belgas e um riquíssimo lustre em seu salão principal.

Em 1914, essa fazenda pertencia a José de Queirós Aranha, e tinha uma área de 70 alqueires de terras e mais de 100 mil pés de café. Nos idos dos anos 20, Giuseppe Tiziani, adquiriu a Fazenda, permanecendo até os anos 40 como proprietário.

Em 1950 era do empresário americano John Edward Hoen, e passou para a produção de algodão. Este veio a falecer junto com o seu sócio brasileiro em um acidente de avião.

Em 1960, passou a ser propriedade de Maria de Lurdes da Silva Prado, que ao falecer ficou como herança para sua filha Maria Silvia da Silva Prado que não tinha interesse pela Fazenda Jambeiro e imediatamente colocou as terras para serem loteadas, e assim surgiu o loteamento conhecido como Parque Jambeiro.

Foi ela também que determinou a demolição do Casarão sede, porém após ter derrubado várias paredes e arrancados portas e janelas foi flagrada por fiscais que embargaram a demolição sob pena de multa.

A partir de então o Casarão passou para a administração da Prefeitura Municipal de Campinas, como acerto de pagamentos de impostos atrasados, e foi então que entrou em processo de degradação com a queda dos telhados, demolição parcial de outras paredes feitas pelos próprios funcionários da Prefeitura, hoje se encontra em estado de abandono total e sem verbas para a manutenção deste patrimônio histórico que a cada dia que passa vai s degradando e perdendo um marco da história.

Tombada pelo Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc) com a finalidade da reforma do lendário casarão do atual Parque Jambeiro, destinando o espaço a um centro de cultura para a população. Álbum aqui!

(a) J Araújo


27 de maio de 2016

>As línguas de Esopo

Fabulista grego, nascido em fins do século VI,  a.C, na cidade de Phyrgia, na Ásia Menor, Esopo foi escravo e Samos e morreu tragicamente, em DELPHOS. Sobre sua morte conta-se que, encarregado de levar oferendas ao templo de DELPHOS, descobriu a fraude dos sacerdotes de APOLO.

Os sacerdotes se vingaram, escondendo em sua bagagem uma taça de ouro consagrada ao deus, acusando-o de tê-la roubado, o que terminou por condenar ESOPO a ser precipitado de alto de um rochedo. ESOPO tinha aspecto feio, era corcunda e gaguejava. Dono de uma inteligência privilegiada, aliada a um espírito sutil e engenhoso, era bastante invejado. Quando foi alforriado, viajou pelo Egito, Babilônia e Oriente, aumentando seus conhecimentos.

ESOPO é muitíssimo conhecido pelas pequenas histórias de caráter alegórico e moral onde os animais desempenham papeis, as chamadas “Fábulas Exóticas”. Uma passagem marcante da vida do fértil fabulista, conhecida como “AS LÍNGUAS DE ESOPO”, é hoje usada para indicar algo que pode ser analisado com conclusões antagônicas, isto é, alguma que pode ser tomada sob dois aspectos opostos, dando margem ao louvor e à crítica.

Certo dia XANTO, o ultimo amo a quem ESOPO serviu como escravo, querendo oferecer um suntuoso almoço, pediu a ele para comprar no mercado o que de melhor encontrasse. ESOPO comprou apenas línguas, que mandou cozinhar de diversos modos. Os comensais, logicamente, se aborreceram e indagaram a ESOPO sobre o significado daquilo. ESOPO, prontamente respondeu: “Existe coisa melhor do a língua? Ela é o vinculo da vida civil, a chave da ciência, órgão  da verdade e da razão. Por meio dela, constroem e policiam-se as cidades, instrui-se, persuade-se e domina-se nas assembleias; cumpre-se o primeiro de todos os deveres que é louvar a Deus”.

XANTO, tentando confundir e embaraçar ESOPO mandou-o comprar no dia seguinte, o que houvesse de pior no mercado. E, novamente, ESOPO comprou língua. O fabulista, outra vez interpelado, disse: “A língua, é a pior coisa que há no mundo. É a mãe as questões, a origem de todos os processos, a fonte das discórdias e das guerras”. Se ela é o órgão da verdade, é também a do erro e, pior ainda, da infâmia e da calunia. Por intermédio dela, destroem as cidades e seres humanos. Se por um lado louva os deuses e poderosos, por outro é o órgão da blasfêmia e da impiedade.

Hoje, a humanidade continua sendo servida de línguas...
Mas, quais as que têm prevalecido?

As piores ou as melhores?

9 de janeiro de 2016

>Aqui também é Minas

Foto: J Araújo
Aqui também é Minas Gerais e  a imagem aí é de uma congregação da Igreja de Cristo em Simonésia, situada na Zona Rural, distante 6 km do centro da cidade.

O nome Simonésia tem sua origem no fato de que os desbravadores Luciano Galo Nunes, Manuel Antônio Meira e outros, viajando mata adentro por aquela região procurando terra fértil para se instalarem, encontraram um Rio (Palmeiras) que serpenteava por entre palmeiras e que desembocava em outro Rio (São Simão). Chegaram a este local no dia 28 de outubro de 1855, dia de São Simão, por isso, dedicaram aquele lugar a este Santo.

O Distrito de São Simão, foi elevado à Freguesia pela Lei n° 1.744 de 8 de outubro de 1870, que transferiu a sede da Freguesia de Santa Margarida-MG para o Arraial de São Simão. Perdeu o direito no ano seguinte, que voltou para Santa Margarida.

Foi novamente criada a Freguesia em 5 de Novembro de 1877, pela Lei n° 2.407 que criou o município de Manhuaçu com sede em São Simão. Três anos depois, a sede passou para Manhuaçu e São Simão voltou a ser Distrito de Manhuaçu.

O município foi criado pelo Decreto-Lei n° 1.058 de 31 de dezembro de 1943, dando-lhe a denominação Simonésia, lembrando o Padroeiro São Simão, com o território sendo desmembrado de Manhuaçu.

O município é constituído atualmente pela sede e por dois (02) Distritos: Alegria e São Simão do Rio Preto. Simonésia está na zona da mata do Estado de Minas Gerais, sua principal fonte de economia é a produção de café, o que vem diversificando durante os anos. 

Foto: J Araújo

21 de dezembro de 2012

>Casa de Gonzaga

Imagens/J Araújo


Que diversas que são, Marília, as horas,
Que passo na masmorra imunda e feia,
Dessas horas felizes, já passadas
Na tua pátria Aldeia!


Marilia de Dirceu
Lira XXI verso I
Tomaz Antonio Gonzaga


12 de outubro de 2012

>Casal de Formigas

Formiga é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, está situado na Região Sudeste do Brasil e na região centro-oeste do Estado. E a história do município, com referencia ao surgimento do nome, é um pouco confusa, porém, reza a lenda que a origem do nome deriva de um censo comum entre os tropeiros, os quais, durante o ciclo do açúcar, carregavam seus imensos fardos  do produto e, para descansar pousavam sempre às margens do rio que hoje corta a cidade. 

Certa vez, um dos carregamentos foi atacado por correições de formigas (vídeo) e os tropeiros tiveram um enorme prejuízo. A partir de então, para conhecimento de outros que por ali pernoitassem, o local ficou denominado de Rio das Formigas, para que os viajantes que por ali pousavam tomassem precauções contra os possíveis ataques dos insetos. Como podemos ver, aqui começa a surgir o inicio daquilo que seria mais uma cidade brasileira. Isso mostra que todos os nomes, na maioria das vezes tem uma história as vezes curiosa e engraçada.

E isso rende outras boas histórias. E assim fiquei sabendo que dois casais de  amigos  resolveram aproveitar as ferias e viajar juntos. Um dos casais morava em uma cidade do estado de São Paulo, enquanto o outro casal era exatamente da cidade mineira de Formiga - MG. Ficou acertado que o casal mineiro chegaria primeiro ao hotel, na verdade um lindo e luxuoso Resort, enquanto o casal paulista, por motivos de compromissos, chegaria um dia depois.

Quando o casal paulista chegou no referido Resort, o amigo estava ansioso para o encontro. As mulheres não se conheciam, os únicos que tinham contato era os dois amigos. Chegando na portaria, o amigo paulista foi logo perguntando na recepção para a simpática atendente se ali naquele hotel tinha um casal de formigas, o que foi negado de imediato. A moça respondeu que naquele ambiente não existia tal inseto, que o casal poderia se hospedar e ficar tranquilo, que todos os ambientes, apartamentos e suítes ali eram dedetizados, no minimo, a cada seis meses.

O casal paulista insistia que naquele lugar tinha um casal de formigas, só não sabia em que suíte se encontrava. Era seus amigos e havia marcado um encontro naquele lugar. Diante da insistência, e cada vez entendendo menos a situação, a recepcionista chamou o gerente do lugar que depois de uma boa conversa foi desfeito o mal entendido, até porque o mesmo era um autentico formiguense. percebeu que o casal paulista, na verdade, se referia a um homem e uma mulher da cidade mineira. O respeitoso gerente foi um dos muitos mineiros que um dia em busca de se realizar profissionalmente resolveu deixar sua formiga para prosperar como gerente geral de um belo Resort, o mesmo sempre zelava para que o local fosse considerado de alto padrão, não aceitava que  insetos nenhum invadisse seu hotel, formiga menos ainda.
(a) J Araújo

19 de julho de 2012

>Marcas do passado

Imagem arquivo pessoal

Navegando nesse mundo virtual deparei com um texto, onde o autor falava da sua trajetória. E contava o que mais marcou sua vida num passado, não muito distante. Diz ele em um trecho do texto; sete fatos marcantesAnte a ameaça de o Congresso não aceitar o impeachment de Collor, insuflei meus alunos a ligarem para Grêmios e Centros Acadêmicos de outras escolas e se informarem se a moçada iria se posicionar ou esperar a grande pizza”.  

Às vezes paramos para fazer um balanço em nossa vida e de repente deparamos com coisas que preferimos que caísse no esquecimento. Outras com certeza levamos para o resto de nossas vidas como uma marca positiva do passado

A atitude de incentivar a juventude na luta para exigir que as leis fossem respeitadas, do professor foi louvável, mas será que não houve outros momentos na historia do país que precisou e precisa que a população saia nas ruas, não somente os estudantes, e exijam respeito à Constituição e que dêem um basta naqueles que dilapidam o erário público?

Um dos exemplos mais recente ficou é o caso “Carlinhos Cachoeira”. Mas teve outro, um sistema de corrupção instalado no primeiro mandato do governo Lula, que ficou conhecido como 'mensalão' e segundo consta vai a julgamento em breve mão seria um bom motivo para mobilização da sociedade?

Sabemos que se faz de tudo para que o povo esqueça os fatos e os envolvidos no caso fiquem impunes como sempre acontece quando tem gente graúda envolvida. Nos casos de corrupção u outras maracutaias nesse país.

1 de junho de 2012

>O mercado e o homem

http://kidureza.blogspot.com
Arquivo pessoal
Por: Thaís F. Araújo

Karl Polanyi (KP) faz neste capítulo uma critica as leis do mercado auto-regulado. Nas sociedades primitivas havia o mercado, porém esses mercados eram itens acessórios da sociedade. E nessas sociedades não havia o medo da fome, que segundo KP era a única maneira de fazer com que o homem se submetesse as vontades do mercado.

Passa-se então a enxergar o trabalho, a terra e a moeda como mercadorias, pois estes são elementos essenciais para a indústria “Tradicionalmente, a terra e o trabalho não são separados. O trabalho é parte da vida, a terra continua sendo parte da natureza, a terra e a natureza formam um todo articulado [...] A função econômica é apenas uma entre as muitas funções vitais da terra. Esta dá estabilidade e vida ao homem; é o local de sua habitação, é a condição da sua segurança física, é a paisagem e as estações do ano. Imaginar a vida sem a terra é o mesmo que imaginá-lo nascendo sem mãos e pés” (p.181)

Retirar do homem as suas formas de subsistência era fazer com que ele cedesse aos interesses do mercado. Se havia então a necessidade de produzir deveria haver juntamente quem comprasse essas mercadorias e assim estariam estabelecidos os consumidores para a nova classe dominante.

A Revolução Industrial surgiu como a materialização da idéia de mercado auto-regulado. E a desarticulação social era a melhor forma de se alcançar a riqueza. Submetendo os pobres ao seu maior medo- a fome. Esse novo modelo de sociedade coloca as pessoas frente a cada vez maiores necessidades.
Com a visível exploração dos trabalhadores, por uma relação contratual não regulada, seria segundo Polanyi, inevitável que essa regulação surgisse. O que ocorreu durante os séculos XIX e XX.

Como uma reação de autodefesa da sociedade surgiu o sindicalismo, as legislações sociais, o protecionismo agrícola e etc. Havia entre os trabalhadores o desejo de manter uma proporcionalidade nos salários. Quanto maior o valor do produto, maiores deveriam ser os salários dos operários, que lutavam também por melhores condições de trabalho.

Porém os trabalhadores não eram o fator mais importante nos resultados obtidos, e o silêncio destes trabalhadores que fez com que a Inglaterra se diferenciasse das demais economias do ocidente. A classe trabalhadora britânica passou por diversos momentos tanto bons como ruins. A classe trabalhadora britânica foi usada como motivo para diversas conquistas, mas foi pouco participativa nessas decisões.

Owen, um grande industrial e filantropo foi capaz de mobilizar a classe trabalhadora em torno do Parlamento para a criação e aprovação da “Carta do Povo” (documento redigido por Lovett em 1838), cujas exigências visavam à democratização da ordem estatal da Inglaterra. Incluía seis pontos: sufrágio universal masculino, distritos eleitorais iguais, parlamentos anuais, remuneração dos parlamentares, voto secreto e nenhuma exigência de propriedade para pertencer ao parlamento. Owen defendia a unificação das classes trabalhadoras.

Atualmente há uma grande preocupação em se separar o trabalho, a moeda e a terra das leis de valores do mercado.

Vejamos a natureza, a terra passa a ter na sociedade contemporânea um novo significado, já que por ser ela um bem finito não pode estar sujeitas as vontades do mercado irrestritamente. Então os programas de preservação da natureza, de planejamento sustentável estão cada vez mais em alta. A flexibilização do trabalho é algo cada vez mais presente na sociedade. Hoje uma mercadoria não é mais vista pelo tempo que demorou a ser produzida ou pela força empregada, pois a inteligência e a criatividade são os maiores bens empregados no processo mercadoria-trabalho.

Portanto não há mais um indivíduo único que trabalha por si e valoriza o seu trabalho. Há um bem coletivo. Que deve se preservado e respeitado. As relações de trabalho também sofrem constantes mudanças, com a classe trabalhadora se organizando e impondo sua voz na criação de novas leis. Os sindicatos se transformaram em uma grande estrutura política. Com voz ativa dentro das relações trabalhistas.

Thais F. Araújo, é Servidora Pública,
Técnica de Enfermagem e estudante 
de Direito da PUCC/Campinas -SP

9 de julho de 2011

>Revolução Constitucionalista

Imagem/google
Há 79 anos, comemorados hoje.  Em três meses de conflito, a Revolução 32, como ficou conhecida, estima-se que milhares de brasileiros perderam a vida em defesa dos princípios democráticos e da soberania do povo brasileiro, materializada na Constituição.  Do Exercito Constitucionalista, participaram 9 mil homens da Força Pública – atual Policia Militar – e 3 mil militares do Exercito e da Marinha. A estes, se uniram dezenas  de milhares de voluntários civis, chamados de soldados voluntários, que lutaram em prol de uma Constituição Federal democrática. Esta revolução aconteceu devido a instauração do governo provisório, comandado por Getulio Vargas, que ao invés de atender aos anseios democráticos da Revolução de 1930, manteve-se no poder com um regime ditatorial. 

21 de abril de 2011

>O coelho e a onça

Estive de férias; viajei para  as serras de minas. A história a seguir foi escrita pelo meu sobrinho, aluno de uma escola rural no município de Sericita - MG. Achei interessante e resolvi publicá-la.
Aguarde! tenho muito material para ser mostrado.
O coelho e a onça (Cleidivaldo 8 anos, 3ª serie)

Era uma vez um coelho, um macaco e uma onça que vivia correndo pela floresta, eles estava com muito medo, porque o homem estava colocando fogo na mata. Eles se encontraram com um veado e esse perguntou: vocês estão com sede? Eles responderam que sim!

Nós estamos com muita sede; vamos procurar água porque não agüentamos mais. Eles foram andando até encontrar um pequeno poço, é ali disse o coelho, vocês topam me ajudar a construir um grande poço para todos nós? Quem não ajudar não vai poder  beber da água. A onça respondeu:  pois, eu não ajudo e bebo da água do mesmo jeito. O coelho muito teimoso lhe disse: eu te mato se você beber. Naquele momento a onça se rolou no barro e bebeu da água do poço.

O coelho ficou com muita raiva e fez uma armadilha com um boneco de cera e colocou na beira do poço, a onça com muita sede pensou: como vou fazer para matar minha sede? Já sei, vou molhar e enrolar nas folhas e parar perto do poço. Porém, lá na beirada estava o boneco de cera feito pelo coelho. E a onça com muito medo lhe disse: que bichinho feio, sai daí! Vou te dar uma tapa e deu, mas agarrou a mão no boneco de cera; larga minha mão porque senão vou te dar outra tapa e deu, mas ficou com a outra pata presa.

O coelho estava bem escondido dando risada saiu do mato e disse: bem feito, você disse que eu não te pegava, mas te peguei. Agora vou fazer uma grande festa, vou chamar todos os bichos. Fez o convite e todos toparam ir e fizeram uma grande fogueira para assar a onça, ela com muito medo e preocupada pensou: como vou fazer para sair dessa. 

Já sei, vou mandar que todos cantem. Você tem que cantar e bater palmas para a festa ficar melhor. Ela começa e pedir que todos os bichos a ajudassem. E começou.
*Bicharada não me enrola 
*vocês todos batem palmas
*e a onça vai embora

Sempre gritando; bate palma seo coelho. O coelho respondeu: como vou bater palma se estou segurando seu rabo. A onça lhe disse: pode me largar eu não vou fugir porque esta festa está linda, mas você vai ter que bater palma também; assim o coelho falou: Oba! Seo coelho, pode ficar por aí, estou feliz e já vou embora...
Escola Municipal João José de Santana

28 de janeiro de 2010

>Mariana

web
Mariana - MG
A cidade não tem o charme e a fama da vizinha Ouro Preto, distante apenas 12 km, nem está tão bem conservada, o que explica porque parte dos turistas esquece de dar uma esticadinha na viagem para conhecer Mariana. Grande engano. A cidade guarda verdadeiras preciosidades do período colonial brasileiro e um olhar atento revela as joias dispersas.
Para isso é preciso rodar a pé tranquilamente pelas ruas dessa que foi a primeira cidade e a primeira capital de Minas Gerais, com suas ladeiras cheias de história moldada a ouro, fé, cobiça, tristeza e glória.

Em 1696 bandeirantes comandados por Coronel Salvador Fernandes Furtado acamparam nas margens do Ribeirão do Carmo e, percebendo a existência de ouro, decidiram se fixar. Em 1745 a Vila Ribeirão do Carmo foi elevada à categoria de cidade com o nome de Mariana, uma homenagem de Dom João V a sua mulher Maria Ana d'Áustria.

A partir daí aumentaram consideravelmente o casario, as igrejas e outras construções produzidas sob a inspiração do barroco seiscentista português durante o ciclo do ouro e que hoje está impregnado nas pinturas, esculturas, arquitetura e mobiliário da cidade, grande parte obras de Francisco Xavier de Brito, Antônio Francisco Lisboa (Aleijadinho) e Mestre Atayde, além de impressos na poesia de Alphonsus de Guimaraens, que foi juiz da cidade.

A maneira mais interessante para chegar a Mariana é com a Maria Fumaça que recompõe o trajeto de 18 km vindo de Ouro Preto. Uma verdadeira volta ao tempo em quase uma hora passando por cachoeiras, matas e pequenos povoados. Da antiga estação ferroviária começa o trajeto pelas igrejas e monumentos históricos. Os três pontos turísticos principais formam um triângulo: no alto, a igreja São Pedro dos Clérigos; do lado direito, a Praça Minas Gerais e, à esquerda, a igreja da Sé.

O fato de ter sido uma cidade planejada (única entre as coloniais mineiras) permite circular com facilidade por Mariana. Duas paralelas (Frei Durão e Dom Silvério) limitam a parte histórica em sua quase totalidade.

Comece o passeio pela rua Direita, em que cada construção tem uma história para contar até chegar à igreja da Sé, com o belíssimo órgão alemão recepcionando os fiéis. Continue a rota subindo pela rua Frei Durão e se perdendo pelos casarões antigos e pelo cotidiano da pacata cidade. No caminho, logo após a bucólica praça Gomes Freire, com seu coreto, entre na rua do Seminário e vá para o Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Ouro Preto, onde funcionava o antigo seminário menor. Atravesse para os fundos, cheio de árvores e estudantes e saia no antigo Palácio dos Bispos. De lá, uma ladeira leva ao seminário maior, o São José, com um grande e bem cuidado jardim de altas palmeiras.

Continue a caminhada até a igreja de São Pedro dos Clérigos e terá a melhor visão da cidade do alto da torre do sino. Chegar a esta igreja é sentir-se no topo da cidade, e vale ficar um tempo para apreciar a bela vista dos morros que circundam Mariana, encravada entre as montanhas e observar a profusão de cruzes das dezenas de igrejas da cidade.

A partir daí começa a volta, não menos interessante e cheia de surpresas. O ponto alto da descida pela rua Dom Silvério é a Praça Minas Gerais, formada pela Casa de Câmara, antiga cadeia, pelourinho e as igrejas de São Francisco de Assis e Nossa Senhora do Carmo.

Entregue-se calmamente pela cidade de 50 mil habitantes e, se puder, faça uma visita também aos distritos, como Passagem de Mariana, onde há a maior mina de ouro aberta à visitação, ou Brumado, com a cachoeira para refrescar do verão mineiro. Os mais aventureiros também podem se embrenhar no Parque Nacional do Itacolomi, que, com suas dezenas de trilhas, mostra que Mariana tem opções variadas para todos os gostos.

Fonte: http://viagem.uol.com.br

22 de janeiro de 2010

Serra do Brigadeiro


Imagens: Fotos e video /J Araújo
A Serra do Brigadeiro, até o inicio do Século XIX, permaneceu "sem historia", devido a fatores de ordem natural e política que dificultaram a penetração de colonizadores. Os fatores de ordem natural são a densa cobertura florestal e a presença de índios, já os de ordem política estão relacionados aos interesses da colônia em manter a região em condições desfavoráveis ao povoamento, a fim de evitar o desvio de ouro, tendo em vista que uma parte da região pertenceu ao ciclo do ouro e a outra estava na divisa entre o que hoje denominamos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo.


Se, por um lado, a preservação foi garantida, por outro, privou a região de registros históricos e documentais até o ano de 1800. A penetração dos colonizadores na Serra do Brigadeiro marcou o desaparecimento dos índios Arrepiados e Guarutos. O primeiro emissário do governo a inspecionar as divisas da Província de Minas Gerais, brigadeiro Bacelar, acabou apagando a única referencia a presença indígena na região. Extasiado com a beleza do lugar, rebatizou o Rio Guarutos e a serra; o rio passou a se chamar Gloria e a serra, Brigadeiro.
Adicionar legenda
Conhecida por diversos nomes ao longo do tempo, a Serra do Brigadeiro tinha como nome original Serra dos Arrepiados, referindo-se, segundo versões diferentes, aos cabelos amarrados em forma de coque dos "Índios Puris", primeiros habitantes da região, ou ao frio das terras altas, que arrepiava a pele daqueles que por aqui passavam.

O casarão (vídeo da região) da Fazenda do Brigadeiro existe a 70 anos. Foi construído no estilo neocolonial, com dois pavimentos idênticos entre si e mede 240m². Para chegar ao casarão, saindo de carro do centro de visitantes, pega a estrada principal do Parque, sentido de Araponga. Siga as placas indicativas para a Fazenda do Brigadeiro, passando pela comunidade do Estouro.

No caminho de acesso pode-se avistar o imponente Pico do Boné, que leva esse nome por causa de sua aparência quando contemplado a distância, encontra-se a 1.870 metros de altitude(foto abaixo) e seu cume é formado por um platô que mede 10x15 metros, onde predomina uma vegetação constituída por gramíneas, pequenos arbustos e grande número de bromélias de flores vermelhas. É um dos picos mais altos do Parque. Como chegar

9 de maio de 2009

>Monte Belo - MG

Arquivo pessoal/ Praça Principal
Em meados do século XIX, na rota das bandeiras paulistas que desbravaram o sertão de Minas pelo vale do rio Muzambinho, foi estabelecida uma importante via de entrada, surgindo o povoado das Manguaras.

O povoado recebeu primeiramente esta denominação devido às constantes brigas de porretes - as manguaras - entre seus habitantes, que, oriundos das fazendas de José Lopes e João Rafael, passaram a chamar o lugar pelo nome de Capela dos Lopes.


Mais tarde, o povoado deu origem ao atual município de Monte Belo, por volta de 1938, e se acha localizado em uma das regiões mais povoadas do Estado.


Como atrações, o município conta com o Sítio Histórico da Casa dos Maria, uma casa de fazenda colonial construída no século XIX, com paredes de pau a pique e porão de época, fontes alternativas de energia hídrica, gerador, monjolo e moinho de pedra e a Estação Ecológica Particular da Fazenda Lagoa, que é sede do Instituto Sul Mineiro de Estudos e Conservação da Natureza, com cerca de 300 hectares de florestas nativas e um Centro de Educação Ambiental.


Administrada atualmente pelo professor Humberto Fernandes Maciel, do PR (Partido Republicano), No dia 02 de maio, o Deputado Federal Odair José da Cunha esteve visitando a cidade, sendo recepcionado pelo amigo Chicão, com um farto almoço servido em sua residência, no Distrito de Juréia. Chicão, o anfitrião e o deputado federal, Odair José da Cunha Eu, o prefeito de Monte Belo, Sr. Humberto e ChicãoO jovem professor Adilson e seu pai; (Zequinha do alambique), prestigiando um encontro político na casa do nosso amigão Chicão. Em seu sítio, produz a cachaça 'Beleza de Minas' famosa na região.
Arquivo pessoal/Distrito da Jureia

16 de outubro de 2008

>Jequeri » História

Imagens/J. Araújo

O município está localizado na Microrregião 188, Mata de Ponte Nova, tem clima mesotérmico, caracterizado por verões quentes e úmidos. A economia se baseia na agricultura, com a produção de arroz, milho, feijão, cana-de-açúcar, café e frutas, além da pecuária de corte. A cidade se desenvolve mais na área favorável, à margem esquerda do Rio Casca, que corta o município no sentido Sul/Norte. Está distante de Belo Horizonte 235 quilômetros. Sua origem está na formação do antigo povoado de Santana do Jequeri, na margem esquerda do rio Casca, por volta de 1848. Os primeiros moradores eram fazendeiros que foram para a região atraídos pela fertilidade da terra. Segundo a tradição, o nome do local foi inspirado num antigo morador, o velho Miguel Jequeri. Santana do Jequeri tornou-se distrito em 1855 e teve sua denominação reduzida para Jequeri. Sua emancipação ocorreu em 1923. Diz uma lenda que o município se acabará em areia, devido a praga de um padre, insatisfeito com um habitante do local que cortou o rabo de seu burro.
Fonte: Secretaria da Cultura em 01/10/1999
Geografia
latitude: 20º27´20"S
longitude: 42º39´56"W
área: 548km²
altitude: 412 m
Fonte: BIM IBGE 2000

14 de outubro de 2008

>Guiricema - MG

Imagens/ J. Araújo
Imagem: Arquivo pessoal
» História
No início do século XIX, um ex-militar português, o furriel José de Lucas Pereira dos Santos, chegou a cidade de Campos, no Rio de Janeiro, de onde, posteriormente, teria vindo para a Zona da Mata mineira. Por volta de 1810, quando passou pelo lugar onde hoje está Guiricema, atraído pela terra fértil às margens do rio dos Bagres, instalou-se ali com sua família e escravos. Em 1825, tendo falecido sua esposa, o fazendeiro doou parte de suas terras em louvor a Nossa Senhora da Encarnação, criando, assim, um lugar santo para sepultar o corpo da falecida. 11 anos mais tarde, foi erguida no local uma capela dedicada a Nossa Senhora da Encarnação dos Bagres, dando início ao povoado. Em 1838, o Arraial dos Bagres torna-se Capelânia. Foi elevado a distrito dos Bagres em 1851. Em 1911, o nome foi mudado para Guiricema, que significa "grande quantidade de bagres". A emancipação deu-se em 1938.
Imagem: Arquivo pessoal

Fonte: Secretaria da Cultura em : 01/10/1999
Abaixo igreja na praça central da cidade às 6h005 da manhã.Vista parcial da principal rua da cidade

Arquivo pessoal
Em minhas andanças em setembro próximo passado, acabei errando o caminho e veja só, fomos parar em Guiricema-MG, eu, minha esposa e meu irmão e esposa. Já muito cansado da viagem dirigindo durante todo o dia mais de dez horas, resolvi pernoitar na cidade, onde durante o jantar no restaurante do hotel conheci essa figura simpática e acabamos nos tornando amigos, o Sr. José Barbosa, (foto) sitiante, conhecido de todos não somente na cidade mas em toda a região segundo ele.
Imagem: Arquivo pessoal
Valeu errar o caminho!

13 de outubro de 2008

>Município de Sericita - MG

Prefeitura Municipal
Sericite (do latim sericus, sedoso) é uma mica de grão fino, também conhecido na região popularmente como malacacheta. Sericita, antigo distrito criado em 1900 ou 1901, a data é imprecisa, com a denominação Santana da Pedra Bonita (até 1923, de 1923 a 1943: Itaporanga), que significa "pedra bonita", através da junção dos termos itá (pedra) e porang (bonito) era subordinado ao município de Abre Campo, tornou-se município pela lei estadual nº 2764 de 30 de dezembro de 1962. 

Fundação: 1962
Altitude: 772 mts
População: 6.505 habitantes
Area Total> 167,1 km2
Densidade demografica: 38,93 hab/km2
CEP: 35368-000
DDD: 031
Acima rua principal
Vista parcial da região



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